Fariseus contemporâneos

Escrevi este poema no dia 16 de Janeiro do ano de 2021.

Dedico esta simplória poesia a todos aqueles que usam do dinheiro público para proveito individuai e/ou dos seus. Dedico estas palavras a todos aqueles que sonegam e já sonegaram impostos. Dedico esta reflexão a todos aqueles que falam de espiritualidade e que usam esta como um meio de vida de forma direta e/ou indireta fomentando o materialismo e o consumismo. Dedico esta digressão rítmica a todos aqueles que usam a política de forma direta e/ou indireta para enriquecerem e/ou terem privilégios sociais. Enfim… “ao vencedor, as batatas”… 

“Fariseus contemporâneos”

(por Rodrigo Machado Tavares)

Falam de espiritualidade 

e desapego a materialidade 

Mas compram móveis e estofados 

tudo caro e renomado 

Falam sobre espiritualismo

e combatem o hedonismo 

Mas vivem todos pelo prazer

se regozijando até não poder

São os fariseus contemporâneos 

São todos daqui, conterrâneos 

Uns são magnatas, e outros boçais

Que usam a política como animais  

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